domingo, 7 de dezembro de 2014

                                    As minhas férias

   Nas minhas férias aconteceram muitas coisas nomeadamente: o meu avô faleceu; fui para o Algarve; estive em casa com a minha avó. Já conto tudo.
   Mal acabou a escola fui para casa descançar. (passaram alguns dias) O meu avô sofreu um AVC e foi para o hostital. Ficou no S.O. , local onde ficam os velhinhos quando sofrem alguma doença. Entretanto faleceu, a minha avó ficou muito triste e em baixo.
   No final de Julho fui para o Algarve, cheirei a mar, toquei com os pés na areia, foi tão bom sentir novamente o verão.  A piscina, como sempre estava cheia, cheinha de gente, mas ainda deu para dar uns mergulhos à vontade. A minha rotina foi assim: levanto-me, visto-me para a praia, vou a caminho da praia, venho, como vou novamente para a praia. Noutro dia, a caminho da praia, vi um camaleão muito bonito. Esta foi a minha ida para o Algarve.
  Todos os anos, depois da escola acabar, vou para casa da minha avó porque os meus pais estão a trabalhar. A minha avó cozinha tão bem, que se fosse competir com o maior chefe de Portugal, ela de certeza que ganhava. Ela faz umas costeletas, de comer e chorar por mais. E o peixe cozido, até quem não gosta come. Aconselho toda a gente a provar estas maravilhosas delicias.
   Como qualquer outro avô/avó, elas/eles são meigos e sinceros. A minha avó é muito querida, mas também, quando me porto mal, ela sabe ralhar. Às vezes, já cansada, ela fica rabugenta, e também às vezes, nem eu tenho paciência para aquilo, quando damos por nós estamos a gritar tão alto que os vizinhos ouvem. Mas depois daquela zanga toda, fazemos as pazes.

   Nas ultimas semanas das férias (grandes) vou comprar as coisas para a escola. A minha madrinha e o meu padrinho veêm comigo comprar o material. Andamos todos separados à procura das nossas coisas (isso é muito chato): a minha mãe anda muito rápido com a minha irmã para poder escolher rapidamente os materiais, a minha madrinha fica a andar atrás dela com o carrinho, mas às tantas até a perde de vista. Eu ando calmamente à procura das coisas, para que nada me falte. É muito divertido!



        

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